terça-feira, 28 de abril de 2009

GRIPE SUINA.


Autoridades de saúde mundiais intensificaram, nesta segunda-feira, a luta contra a gripe suína após o governo mexicano informar que o número provável de mortos pelo vírus subiu para 103. No entanto, até o momento, foram confirmados 22 casos.

A ministra da Saúde da Espanha, Trinidad Jiménez, confirmou nesta segunda-feira um caso de gripe suína em um cidadão espanhol que havia viajado recentemente ao México.O caso foi detectado em um jovem da localidade de Almansa, que apresentou problemas respiratórios e febre após voltar do México em 22 de abril.

O governo dos Estados Unidos declarou ontem estado de emergência pública, depois que 20 casos da doença foram confirmados em cinco Estados do país. Canadá, Nova Zelândia, França, Reino Unido e Israel também registram suspeita de cidadãos contaminados com o vírus.

GRANDE PREMIO DO BAHREIN.


A Toyota sobrou na parte final do treino que definiu o grid de largada para o GP do Bahrein e, neste sábado, colocou os seus dois carros na primeira fila. Com o tempo de 1min33s431, o italiano Jarno Trulli garantiu a pole position na quarta corrida da temporada 2009 de Fórmula 1. O segundo lugar ficou com o alemão Timo Glock.

Há quatro anos a Fórmula 1 não via uma Toyota garantir a pole position. Longe do lugar desde 2005, quando atingiu os feitos nos Estados Unidos (com o próprio italiano) e no Japão (com Ralf Schumacher), a escuderia voltou a mostrar força na temporada.

Dominante durante todo o fim de semana do Grande Prêmio da China, Sebastian Vettel vinha mantendo o ritmo também no Bahrein. Assim, o alemão liderou todas as sessões do treino classificatório até garantir a terceira posição, a seis décimos de segundo do pole position.

Na briga interna da Brawn GP, Jenson Button novamente levou a melhor sobre Rubens Barrichello, garantindo a quarta colocação, duas à frente do brasileiro. Entre eles apareceu a McLaren de Lewis Hamilton, com rendimento bem superior a Heikki Kovalainen, apenas o 11º colocado.

Após reagir no treino livre deste sábado, a Ferrari levou seus dois carros ao Q3 (fase final do treino classificatório), mas também não fez muito mais do que isso. Com 1min33s627, Felipe Massa largará em oitavo, dois lugares à frente de Kimi Raikkonen.

Após ter bom rendimento tanto no terceiro treino livre quanto no Q1, nos quais superou Alonso, Nelsinho Piquet decepcionou e ficou apenas em 15º. Na prática, o brasileiro cometeu um erro quando tentava avançar à Super Pole, argumentando depois que acabou "arriscando demais".

Apesar do grande rendimento de Vettel, a Red Bull não deixou de colecionar uma decepção neste sábado. Ela veio com Mark Webber, que foi atrapalhado por Adrian Sutil em sua volta lançada e não resistiu ao primeiro corte do qualifying, ficando apenas na 19ª posição.

No final do treino, Sutil se dirigiu até os boxes do rival e pediu desculpas.

Confira o grid de largada para o GP do Bahrein:

Q3
1. Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1min33s431 (20 voltas)
2. Timo Glock (ALE/Toyota) - 1min33s712 (20)
3. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min34s015 (18)
4. Jenson Button (ING/Brawn GP) - 1min34s044 (20)
5. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min34s196 (18)
6. Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - 1min34s239 (20)
7. Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1min34s578 (20)
8. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min34s818 (19)
9. Nico Rosberg (ALE/Williams) - 1min35s134 (21)
10. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1min35s380 (19)

Q2
11. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - 1min33s242 (14)
12. Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - 1min33s348 (10)
13. Robert Kubica (POL/BMW) - 1min33s487 (13)
14. Nick Heidfeld (ALE/BMW) - 1min33s562 (13)
15. Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1min33s941 (15)

Q1
16. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min33s753 (9)
17. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) - 1min33s910 (9)
18. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min34s038 (8)
19. Adrian Sutil* (ALE/Force India) - 1min33s722 (10)
20. Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso) - 1min34s159 (9)

* Sutil foi punido e perdeu três posições no grid Com informações da Gazeta Press

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Governo alerta para risco de enchentes na Amazônia Nível do Rio Amazonas subiu doze centímetros em dois dias segundo Agência Nacional de Águas.


As chuvas que atingem a região Amazônica há mais de um mês já deixaram milhares de desabrigados. Só em Rio Branco, no Acre, quase 700 famílias estão desabrigadas ou temporariamente na casa de familiares e amigos. O nível do Rio Acre que subiu nos últimos dias, estabilizou.

Agora a principal preocupação das autoridades é com o município de Manaus. A Agência Nacional de Águas já soltou o alerta: em dois dias, um dos principais afluentes do rio Amazonas, o Rio Negro, subiu 12 centímetros, oito centímetros a mais do que na pior enchente já vista na região: a de 1953.

— A situação é grave, porque são milhares de famílias que serão desalojadas ou que estarão sob risco de doenças, de desabastecimento e coisas do tipo — disse o presidente da ANA, José Machado.

Segundo o governo, a previsão para os próximos sete dias é de mais chuva no Amazonas. Estima-se que até a próxima terça-feira, chova 400% acima do previsto para esta época do ano. Mas a Defesa Civil garante que medidas de apoio à população não vão faltar.

— Tudo o que for necessário para amenizar o sofrimento das pessoas afetadas por desastre será feito: remoção, ocupação de abrigos, de órgãos públicos, todos os movimentos necessários para amenizar o sofrimento dessas pessoas — completou o secretário Nacional da Defesa Civil, Roberto Guimarães.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, medidas preventivas evitariam tragédias como a que aconteceu em Santa Catarina.

— A ideia é evitar ocupação das faixas marginais dos rios, reflorestar a faixa marginal dos rios, construir nos locais mais elevados da cidade. Mas todos sabem que a ocupação dessas cidades, muitas vezes, é desordenada. Nós queremos evitar, por exemplo, que aconteça em Manaus, algo parecido com o que aconteceu em Santa Catarina. Desta vez, vamos atuar mais forte na prevenção — finalizou Minc.

Começam as eleições na África do Sul Pleito iniciou às 2h de Brasília. Mais de 23 milhões de eleitores estão convocados às urnas.

O pleito sul-africano será acompanhado por 4.900 observadores nacionais, 355 internacionais e 358 diplomatas, de 61 Embaixadas.

A polícia e o Exército serão responsáveis pela segurança durante o dia, no qual haverá "tolerância zero" para os infratores nos centros eleitorais, segundo o capitão Dennis Adriao, porta-voz policial.

O país terá de "esperar até o sábado (25) ou o domingo (26) para conhecer os resultados oficiais das eleições", disse a presidente da Comissão Eleitoral Independente (CEI), Pansy Tlakula. O resultados parciais começarão a ser divulgados nesta quinta-feira (23).

As votações para o quarto pleito democrático da África do Sul desde a queda do "apartheid", em 1994, começaram às 7h locais (2h de Brasília) em todo o país, onde mais de 23 milhões de eleitores estão convocados às urnas.

Os quase 20 mil centros eleitorais distribuídos por todo o país, com 97 mil urnas e mais de 215 mil agentes, receberão os votos para a eleição dos 400 integrantes da Assembleia Nacional, que depois designa o presidente da África do Sul, e as câmaras legislativas e administrações das nove províncias sul-africanas.

Logo após o início da votação, as emissoras de TV locais mostraram imagens de diversos pontos do país onde os cidadãos começavam a definir o futuro político do país. Em alguns colégios era possível observar que já havia filas para votar.

Mais de dez mil candidatos de 42 partidos políticos se apresentam às eleições, mas somente 11 legendas participam dos pleitos nacional e nas províncias.

Para estas eleições, foram rodadas 53 milhões de cédulas, que pesam 450 toneladas, e estão disponíveis 120 mil frascos de tinta indelével, usadas para marcar os dedos do eleitores e impedir que possam votar mais de uma vez.

Na atual Assembleia Nacional, o governamental Congresso Nacional Africano (CNA) conta com 279 deputados (69,75%), enquanto a Aliança Democrática (DA, na sigla em inglês) tem 50 cadeiras (12,50%), o Partido Inkhata da Liberdade (IFP, em inglês) possui 28 (7%) e os demais da oposição somam 43.

Saem os campeões estaduais de 2009 .

O Flamengo conquistou o título da Taça Rio. O time venceu o Botafogo por 1 a 0.

O Internacional fez 8 a 1 no Caxias e é o bicampeão do campeonato Gaúcho.

Sport empata com o Náutico e garante o tetracampeonato Pernambucano.

O Corinthians fez 2 a 0 no São Paulo e vai decidir o título contra o Santos, que desbancou o Palmeiras.

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GRANDE PREMIO DA CHINA













Pole e vitória. O alemão Sebastian Vettel repetiu o brilho visto no GP da Itália-2008 e venceu neste domingo o GP da China de Fórmula 1, dando assim o primeiro triunfo na história da Red Bull. Vettel já havia traçado o mesmo enredo em Monza, quando era piloto da Toro Rosso no ano passado e, assim como na Itália, a prova em Xangai foi realizada o tempo todo debaixo d'agua.

Com 21 anos, o piloto nascido em Heppenheim festeja o seu segundo triunfo na categoria. Para a Red Bull, a festa foi ainda maior, pois o australiano Mark Webber terminou na segunda posição e a equipe celebrou não só a primeira vitória na F-1, como também a primeira dobradinha. "O que posso dizer? Estou extremamente feliz, pois é a minha segunda vitória de novo na chuva. Espero que chova mais", brincou durante a entrevista coletiva.
Vencedor dos dois GPs iniciais, o inglês Jenson Button foi o terceiro colocado, mas manteve com folga a liderança do Mundial. Ele chega a 21 pontos, seis a mais que Rubens Barrichello, que foi o quarto em Xangai.

A prova chinesa também marcou o fim da hegemonia da Brawn GP, que dominou as duas primeiras provas, ironicamente para uma equipe que não conta com o difusor traseiro com frestas, que facilita a maior passagem de ar e beneficiaria a Brawn GP. "Temos de trabalhar bem para não deixar a Red Bull ganhar. O GP do Bahrein será mais disputado", prometeu Barrichello.

Se a escuderia inglesa viu o domínio acabar em 2009, outro time celebrou a recuperação. A McLaren levou seus dois pilotos à zona de pontuação com o finlandês Heikki Kovalainen na quinta posição, logo à frente do inglês Lewis Hamilton.

Já a Ferrari segue em seu calvário. A equipe de Maranello ficou fora novamente dos pontos e amarga o seu pior início desde 1981, quando também ficou os três primeiros GPs sem pontos. Na China, Kimi Räikkönen foi o 10º colocado e Felipe Massa abandonou com problemas elétricos. Esta também é a primeira vez que o brasileiro fica três provas sem pontuar desde que chegou à Ferrari em 2006.

"Estou triste, mas vai passar. Foi uma pena, pois estava fazendo uma corrida espetacular", lamentou Massa, que também jamais havia iniciado uma temporada na F-1 sem pontuar nas três primeiras provas.

O brasileiro Nelsinho Piquet também deixará Xangai com poucas razões para lembrar da prova, pois foi 16º e último lugar entre os pilotos que completaram as 56 voltas. Os carros da Fórmula 1 voltam à pista já no próximo domingo, quando disputam o GP do Bahrein.
A corrida
A meteorologia previa grande possibilidade de chuva em Xangai e acertou. Com o tempo ruim e a pouca visibilidade na pista, o GP iniciou com o safety car na pista, mas a medida não evitou que Massa e Adrian Sutil rodassem. Nico Rosberg e Fernando Alonso aproveitaram para realizar suas paradas nos boxes, e o carro de segurança só deixou a pista na oitava volta.

Sem problemas, Vettel manteve a liderança e tinha ainda a "proteção" de Webber, que assumiu o segundo lugar com a parada de Alonso. No pelotão intermediário quem brilhava era Hamilton. O atual campeão superou Kimi Räikkönen e Jarno Trulli, assumiu o quinto lugar já na 11ª volta, mas em seguida ele rodou e perdeu cinco postos.

Massa e Buemi também vinham bem na pista. O brasileiro, que saiu em 12º, já era terceiro na 18ª volta, quando Robert Kubica acertou a traseira de Jarno Trulli e forçou a entrada novamente do safety car, devido aos detritos deixados pelo piloto da Toyota, que teve de abandonar o GP. Duas voltas depois, Massa viu ruir a boa prova, pois teve problemas elétricos e deixou cabisbaixo o carro.
Sem o brasileiro, o carro de segurança permaneceu até a 22ª volta e no retorno Hamilton foi outra vez o protagonista. Ele superou Räikkönen para assumir o quarto lugar, enquanto Vettel estava tranquilo na frente, seguido por Button. Sete voltas depois, o inglês da Brawn perdeu a segunda posição para Webber, recuperou na 32ª volta após um erro do australiano, mas foi superado de novo em seguida.

A partir daí, a Red Bull sobrou em Xangai. Vettel fez a segunda parada nos boxes na 37ª volta, mas voltou logo atrás de Button. Mesmo com um carro mais pesado, o alemão conseguiu facilmente a ultrapassagem na 41ª volta, duas voltas após Webber também realizar a última troca de pneus, para recuperar a liderança.

Após as paradas de Barrichello e Button, a Red Bull só precisou controlar a dobradinha nas voltas finais. Quem lamentou mesmo o término do GP foi a Force India. A equipe caminhava para somar seu primeiro ponto na Fórmula 1, mas um acidente de Adrian Sutil, que ocupava o sexto lugar, acabou com o sonho da equipe na 51ª volta.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Menina francesa de 3 anos sequestrada pela mãe reencontra o pai na Hungria Mãe tentava levar a pequena Elise de volta à Rússia.

AFP / AFPA menina francesa Elise André, que havia sido sequestrada pela própria mãe e levada à Hungria, reencontrou seu pai, Jean-Michel André, nesta terça-feira (14) e voltou para seu país.

Ela e a mãe haviam sido achadas pela polícia húngara na segunda-feira, próximo à fronteira com a Ucrânia, e levadas a Budapeste.

A polícia chegou a elas graças a informações transmitidas pela Interpol. Sua mãe está sob custódia policial.

Novo advogado assume a defesa do casal Nardoni Roberto Podval entrou no caso de Alexandre e Anna Carolina na segunda. Advogado pretende visitar o ca

Foto: Arquivo/Diário de S. Paulo Foto: Arquivo/Diário de S. Paulo

O advogado criminalista Roberto Podval assumiu na segunda-feira (13) a defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella Nardoni, de 5 anos, em março de 2008. Segundo o advogado, ele foi procurado pela família Nardoni e pretende estudar todo o processo até a próxima semana para definir qual será a nova estratégia da defesa.

“Vamos levar uma semana, dez dias, para ler todo o processo. Só depois disso vamos definir qual será o caminho”, disse Podval ao G1 na manhã desta terça-feira (14). O advogado ainda não se encontrou com seus novos clientes, mas afirmou que pretende visitá-los nos presídios de Tremembé, a 147 km de São Paulo, ainda esta semana. “A ideia é tentar estar com eles esta semana. Mas a prioridade é estudar o processo”.

Podval também afirmou que ainda não é possível definir se a defesa irá entrar com um novo habeas corpus para o casal. “Não posso falar se vou entrar com um novo [habeas corpus]. Estou lendo o processo para ver o que tem e decidir se uso o que já foi feito ou faço algo novo”, explicou.

A menina Isabella morreu no dia 29 de março de 2008, após cair do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo, onde morava seu pai, Alexandre, e sua madrasta, Anna Carolina. Ela havia acabado de chegar ao local acompanhada deles e dos dois irmãos menores.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Terremoto transforma a bucólica Onna em ruína fantasmagórica Adeia milenar de agricultores e artesãos praticamente desapareceu. Terremoto matou 13%

Bastaram poucos minutos para que uma tranquila aldeia de agricultores e artesãos se transformasse em um desolador espetáculo onde cavalos e galinhas vagam em meio a pedras e ferros contorcidos. Após mil anos servindo de lar, Onna não existe mais.

Foto: Reuters
Vista aérea da cidade de Onna, devastada pelo terremoto que atingiu a região central da Itália (Foto: Reuters)

O terremoto que atingiu o centro da Itália na segunda-feira (6) matou cerca de 40 moradores, ou 13% da população, o que faz dela uma das localidades mais atingidas. Bombeiros dizem que 90 por cento das casas - ou o que sobrou delas - terão de ser demolidas.

"A coisa mais espetacular do terremoto não foi nem o impacto, mas apenas o som da cidade inteira desabando ao nosso redor", disse Paolo Ferroni, 60 anos, que conseguiu escapar junto com a esposa, mas está desabrigado.Seu filho, que vive próximo, sobreviveu amarrando lençóis e usando-os para deixar o apartamento pela janela, contou o homem.


"Está vendo esta casa bem aqui ao meu lado? Uma mulher morreu aqui. Ali, duas casas caídas, outra pessoa morreu. E ao lado dela, três pessoas morreram. E lá, vê aquele monte no campo? Ali morreram 50 ovelhas", disse ele, apontando os lugares.

DestruiçãoCada um dos poucos moradores que restam nesta cidade deserta tem uma história de terror para contar, e falam de parentes que pereceram. Na quarta-feira, o saldo nacional de mortos subiu para 272, e há cerca de 17 mil desabrigados.

"Estávamos dormindo e do nada apareceu um ruído alto", disse Virgilio Colajani, 70 anos. "Corri para fora e havia uma mulher com mais de 90 anos na sua sacada, gritando 'Socorro, socorro', enquanto sua cuidadora implorava por uma escada. Outro homem estava de joelhos na escuridão, folheando um caderninho com uma luz, procurando o telefone do filho. A esposa dele morreu.O chefe de uma das brigadas de bombeiros presentes no local, Giovanni Riccobene, contou como seus homens se emocionaram ao retirar os corpos de dois irmãos, de 3 e 5 anos, e do pai deles. A mãe, que sobreviveu, precisou ser sedada. "Ver aquelas criancinhas foi uma coisa tão dolorosa que não pode ser quantificada", afirmou Riccobene.

Nesta comunidade tão unida, onde não há bares nem restaurantes, os moradores levavam uma vida pacata até serem atingidos pela tragédia - a pior desde 1944, quando 16 moradores de Onna foram mortos por nazistas."Esta é uma pequena aldeia, somos todos praticamente parentes", disse Colajani, que passou a vida inteira aqui. Um parente dele, chamado Antonio, fica com os olhos marejados ao ver o que restou da sua casa, bege com persianas marrons. Metade do prédio havia caído na rua abaixoEle conseguiu escapar graças a dois jovens que colocaram uma escada junto à sua janela, mas sua irmã e seu cunhado morreram"Bastaram cinco minutos para reduzir tudo a isto", disse o homem, de 79 anos, enquanto um desgrenhado cão sem dono permanecia deitado ali ao lado, de orelhas baixas. "Até o cão sabe que algo de horrivelmente errado aconteceu aqui. É quase como se ele estivesse esperando alguém para dizer: 'Venha, vamos embora daqui'".

GRANDE PREMIO DA MALÁSIA

AgênciaApós 18 anos, uma tempestade encerrou uma corrida de Fórmula 1 antes da distância regulamentar. Desde o GP da Austrália de 1991, quando Ayrton Senna venceu, isto não acontecia. Neste domingo, foi a vez de Jenson Button ganhar a metade dos pontos do GP da Malásia, já que o fim da prova foi decretado antes de completar 75% do total de quilometragem, após 31 de 56 voltas.

Com isso, o inglês da Brawn GP assegurou a segunda vitória consecutiva na temporada, mas só levou cinco pontos para casa. Nick Heidfeld, da BMW Sauber, acertou na tática e com um pit stop, terminou na segunda posição. Timo Glock, da Toyota, que fez boas apostas nas trocas de pneus, primeiro para o intermediário e depois, de chuva, completou o pódio malaio.
Jarno Trulli, da Toyota, ganhou a quarta posição na última troca de pneus ao superar Rubens Barrichello, da Brawn GP. O brasileiro fazia uma boa corrida, mas foi outro dos prejudicados pela tempestade que desabou na Malásia. Mark Webber, da RBR, terminou na sexta posição em Sepang.
Lewis Hamilton, da McLaren, foi o sétimo e marcou seu primeiro ponto no campeonato. Nico Rosberg, da Williams, que liderava a corrida antes do primeiro pit stop, caiu bastante após a loteria dos pit stops, e leva para casa apenas meio ponto.

Felipe Massa, da Ferrari, que tentou fazer trocas nos momentos certos, não conseguiu entrar na zona de pontuação por causa do caos na hora dos pit stops. Nelsinho Piquet, da Renault, foi o 13º, duas posição atrás de Fernando Alonso, seu companheiro de equipe, que correu atrapalhado por uma infecção no ouvido.

A próxima corrida da temporada 2009 da Fórmula 1 será disputada no dia 19 de abril, na China, às 4h (de Brasília), no circuito de Xangai. Jenson Button, com 15 pontos, e Rubens Barrichello, com 10, chegam à terceira prova do campeonato à frente dos rivais Jarno Trulli, com 8,5, e Timo Glock, com 8.

Chuva e falta de luz natural torna corrida caótica em Sepang

Getty Images
Pilotos aguardam no grid após interrupção da corrida

A corrida começou com pista seca, mas nuvens ameaçadoras cercavam o circuito de Sepang. Na largada, Nico Rosberg pulou de quarto para primeiro enquanto Jenson Button, Jarno Trulli e o surpreendente Fernando Alonso dividiam a primeira curva.

Ainda na primeira volta, Button repassou Alonso rapidamente. O espanhol tinha um carro muito pesado por causa da gasolina e estava segurando o ritmo dos pilotos que estavam atrás dele. Rubens Barrichello, que pulou para quinto na largada, ficou preso atrás do bicampeão durante um tempo precioso.

Na frente, Rosberg e Trulli estavam mais leves que a dupla da Brawn. Button e Barrichello eram terceiro e quarto, respectivamente, e aproveitaram as voltas com pouco combustível para ganhar tempo em relação aos primeiros. Após a primeira rodada de pit stops, o inglês assumiu a liderança e o brasileiro colou no italiano da Toyota.

O céu ficou bem escuro e, na volta 18, a Ferrari decidiu colocar pneus de chuva no carro de Kimi Raikkonen, mesmo com poucas gotas no circuito. A mudança se revelou prematura e o finlandês perdeu mais de 20 segundos por volta.

Algumas voltas depois, a chuva caiu com mais força e todos os pilotos tiveram de entrar nos boxes. Apenas Glock optou pelos pneus intermediários, a aposta mais correta naquele momento. O alemão começou a escalar o pelotão e chegava a ser quase dez segundos mais rápido por volta que os líderes.

O alemão assumiu a liderança quando Button parou para colocar os intermediários. No entanto, o inglês recuperou a posição com facilidade, na volta em que retornou dos boxes. Quando todos decidiram trocar novamente os pneus, abandonando os de chuva, a tempestade caiu de vez em Sepang.

A corrida viu mais uma rodada de pit stops, com todos os pilotos voltando para os pneus de chuva forte. Mas a chuva já era bem intensa e tornou a pista impraticável em Sepang. O safety car entrou na pista na 31ª volta e a direção de prova interrompeu a corrida na passagem seguinte, com a bandeira vermelha.

Todos os carros ficaram parados na reta dos boxes, enquanto aguardavam uma decisão da direção. Após quase uma hora de paralisação, a corrida foi encerrada pelos comissários, principalmente pela falta de luz natural, porque a chuva já tinha diminuído sua intensidade.

FONTE:

Globoesporte.com


quarta-feira, 1 de abril de 2009

Blindado é apreendido em ato no G20

VC no G1 / Vc no G1A polícia de Londres apreendeu um veículo blindado usado por manifestantes durante os confrontos do G20 no centro de Londres nesta quarta-feira (1º).

A foto ao lado mostra o veículo em frente ao banco RBS em Bishopsgates, o centro financeiro da capital da Inglaterra.

GP DA AUSTRÁLIA

A Brawn GP confirmou o favoritismo e venceu o GP da Austrália com o inglês Jenson Button. Já o parceiro Rubens Barrichello contou com a sorte nas últimas voltas e ficou em segundo. O inglês Lewis Hamilton herdou a terceira posição, já que o italiano Jarno Trulli recebeu uma punição de 25s por ultrapassagem ilegal e caiu para o 12º lugar.

Veja o resultado final do GP:

1. Jenson Button (GBR) Brawn GP - 58 voltas
2. Rubens Barrichello (BRA) Brawn GP - a 0s8
3. Lewis Hamilton (GBR) McLaren - a 2s9
4. Timo Glock (ALE) Toyota - a 4s4
5. Fernando Alonso (ESP) Renault - a 4s8
6. Nico Rosberg (ALE) Williams - a 5s7
7. Sebastien Buemi (SUI) Toro Rosso - a 6s
8. Sebastian Bourdais (FRA) Toro Rosso - a 6s2
9. Adrian Sutil (ALE) Force India - a 6s3
10. Nick Heidfeld (ALE) BMW - a 7s
11. Giancarlo Fisichella (ITA) Force India - a 7s3
12. Jarno Trulli (ITA) Toyota - a 26s6 (punição)
13. Mark Webber (AUS) Red Bull - a 1 volta
14. Sebastien Vettel (ALE) Red Bull - a 2 voltas
16. Robert Kubica (POL) BMW - a 3 voltas
13. Kimi Raikkonen (FIN) Ferrari - a 3 voltas (problema mecânico)
17. Felipe Massa (BRA) Ferrari - a 13 voltas (problema mecânico)
18. Nelsinho Piquet (BRA) Renault - a 34 voltas (escapada)
19. Kazuki Nakajima (JAP) Williams - a 41 votas (batida)
20. Heikki Kovalainen (FIN) McLaren - a 58 voltas (suspensão)