sábado, 9 de maio de 2009

GRIPE SUINA A EPIDEMIA DO MOMENTO.

(IMAGEM DO VIRUS DA GRIPE SUINA)
O número de mortos pela gripe suína no México subiu de 8 para 12, anunciou nesta quinta-feira (30) o ministro da Saúde do país, José Angel Córdova.

Há 260 casos confirmados no país em que começou o surto que ameaça transformar-se em pandemia (epidemia de alcance mundial) .

Entre os mortos, há 8 mulheres e 4 homens.

O funcionário disse que o aumento da cifra não significa que mais pessoas morreram, mas que mais casos que estavam sob suspeita foram confirmados.

Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) havia relatado 236 casos confirmados ao redor do mundo, com 8 mortes -7 no México, 1 nos EUA.

Keiji Fukuda, "número dois" da OMS, disse que não há sinais nesta quinta-feira que sugiram que o alerta de pandemia da organização precise ser elevado agora ao grau máximo.O atual grau 5 significa que a doença está a um passo de se tornar pandêmica.

terça-feira, 28 de abril de 2009

GRIPE SUINA.


Autoridades de saúde mundiais intensificaram, nesta segunda-feira, a luta contra a gripe suína após o governo mexicano informar que o número provável de mortos pelo vírus subiu para 103. No entanto, até o momento, foram confirmados 22 casos.

A ministra da Saúde da Espanha, Trinidad Jiménez, confirmou nesta segunda-feira um caso de gripe suína em um cidadão espanhol que havia viajado recentemente ao México.O caso foi detectado em um jovem da localidade de Almansa, que apresentou problemas respiratórios e febre após voltar do México em 22 de abril.

O governo dos Estados Unidos declarou ontem estado de emergência pública, depois que 20 casos da doença foram confirmados em cinco Estados do país. Canadá, Nova Zelândia, França, Reino Unido e Israel também registram suspeita de cidadãos contaminados com o vírus.

GRANDE PREMIO DO BAHREIN.


A Toyota sobrou na parte final do treino que definiu o grid de largada para o GP do Bahrein e, neste sábado, colocou os seus dois carros na primeira fila. Com o tempo de 1min33s431, o italiano Jarno Trulli garantiu a pole position na quarta corrida da temporada 2009 de Fórmula 1. O segundo lugar ficou com o alemão Timo Glock.

Há quatro anos a Fórmula 1 não via uma Toyota garantir a pole position. Longe do lugar desde 2005, quando atingiu os feitos nos Estados Unidos (com o próprio italiano) e no Japão (com Ralf Schumacher), a escuderia voltou a mostrar força na temporada.

Dominante durante todo o fim de semana do Grande Prêmio da China, Sebastian Vettel vinha mantendo o ritmo também no Bahrein. Assim, o alemão liderou todas as sessões do treino classificatório até garantir a terceira posição, a seis décimos de segundo do pole position.

Na briga interna da Brawn GP, Jenson Button novamente levou a melhor sobre Rubens Barrichello, garantindo a quarta colocação, duas à frente do brasileiro. Entre eles apareceu a McLaren de Lewis Hamilton, com rendimento bem superior a Heikki Kovalainen, apenas o 11º colocado.

Após reagir no treino livre deste sábado, a Ferrari levou seus dois carros ao Q3 (fase final do treino classificatório), mas também não fez muito mais do que isso. Com 1min33s627, Felipe Massa largará em oitavo, dois lugares à frente de Kimi Raikkonen.

Após ter bom rendimento tanto no terceiro treino livre quanto no Q1, nos quais superou Alonso, Nelsinho Piquet decepcionou e ficou apenas em 15º. Na prática, o brasileiro cometeu um erro quando tentava avançar à Super Pole, argumentando depois que acabou "arriscando demais".

Apesar do grande rendimento de Vettel, a Red Bull não deixou de colecionar uma decepção neste sábado. Ela veio com Mark Webber, que foi atrapalhado por Adrian Sutil em sua volta lançada e não resistiu ao primeiro corte do qualifying, ficando apenas na 19ª posição.

No final do treino, Sutil se dirigiu até os boxes do rival e pediu desculpas.

Confira o grid de largada para o GP do Bahrein:

Q3
1. Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1min33s431 (20 voltas)
2. Timo Glock (ALE/Toyota) - 1min33s712 (20)
3. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - 1min34s015 (18)
4. Jenson Button (ING/Brawn GP) - 1min34s044 (20)
5. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - 1min34s196 (18)
6. Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - 1min34s239 (20)
7. Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1min34s578 (20)
8. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1min34s818 (19)
9. Nico Rosberg (ALE/Williams) - 1min35s134 (21)
10. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1min35s380 (19)

Q2
11. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - 1min33s242 (14)
12. Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - 1min33s348 (10)
13. Robert Kubica (POL/BMW) - 1min33s487 (13)
14. Nick Heidfeld (ALE/BMW) - 1min33s562 (13)
15. Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1min33s941 (15)

Q1
16. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - 1min33s753 (9)
17. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) - 1min33s910 (9)
18. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 1min34s038 (8)
19. Adrian Sutil* (ALE/Force India) - 1min33s722 (10)
20. Sebastien Bourdais (FRA/Toro Rosso) - 1min34s159 (9)

* Sutil foi punido e perdeu três posições no grid Com informações da Gazeta Press

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Governo alerta para risco de enchentes na Amazônia Nível do Rio Amazonas subiu doze centímetros em dois dias segundo Agência Nacional de Águas.


As chuvas que atingem a região Amazônica há mais de um mês já deixaram milhares de desabrigados. Só em Rio Branco, no Acre, quase 700 famílias estão desabrigadas ou temporariamente na casa de familiares e amigos. O nível do Rio Acre que subiu nos últimos dias, estabilizou.

Agora a principal preocupação das autoridades é com o município de Manaus. A Agência Nacional de Águas já soltou o alerta: em dois dias, um dos principais afluentes do rio Amazonas, o Rio Negro, subiu 12 centímetros, oito centímetros a mais do que na pior enchente já vista na região: a de 1953.

— A situação é grave, porque são milhares de famílias que serão desalojadas ou que estarão sob risco de doenças, de desabastecimento e coisas do tipo — disse o presidente da ANA, José Machado.

Segundo o governo, a previsão para os próximos sete dias é de mais chuva no Amazonas. Estima-se que até a próxima terça-feira, chova 400% acima do previsto para esta época do ano. Mas a Defesa Civil garante que medidas de apoio à população não vão faltar.

— Tudo o que for necessário para amenizar o sofrimento das pessoas afetadas por desastre será feito: remoção, ocupação de abrigos, de órgãos públicos, todos os movimentos necessários para amenizar o sofrimento dessas pessoas — completou o secretário Nacional da Defesa Civil, Roberto Guimarães.

Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, medidas preventivas evitariam tragédias como a que aconteceu em Santa Catarina.

— A ideia é evitar ocupação das faixas marginais dos rios, reflorestar a faixa marginal dos rios, construir nos locais mais elevados da cidade. Mas todos sabem que a ocupação dessas cidades, muitas vezes, é desordenada. Nós queremos evitar, por exemplo, que aconteça em Manaus, algo parecido com o que aconteceu em Santa Catarina. Desta vez, vamos atuar mais forte na prevenção — finalizou Minc.

Começam as eleições na África do Sul Pleito iniciou às 2h de Brasília. Mais de 23 milhões de eleitores estão convocados às urnas.

O pleito sul-africano será acompanhado por 4.900 observadores nacionais, 355 internacionais e 358 diplomatas, de 61 Embaixadas.

A polícia e o Exército serão responsáveis pela segurança durante o dia, no qual haverá "tolerância zero" para os infratores nos centros eleitorais, segundo o capitão Dennis Adriao, porta-voz policial.

O país terá de "esperar até o sábado (25) ou o domingo (26) para conhecer os resultados oficiais das eleições", disse a presidente da Comissão Eleitoral Independente (CEI), Pansy Tlakula. O resultados parciais começarão a ser divulgados nesta quinta-feira (23).

As votações para o quarto pleito democrático da África do Sul desde a queda do "apartheid", em 1994, começaram às 7h locais (2h de Brasília) em todo o país, onde mais de 23 milhões de eleitores estão convocados às urnas.

Os quase 20 mil centros eleitorais distribuídos por todo o país, com 97 mil urnas e mais de 215 mil agentes, receberão os votos para a eleição dos 400 integrantes da Assembleia Nacional, que depois designa o presidente da África do Sul, e as câmaras legislativas e administrações das nove províncias sul-africanas.

Logo após o início da votação, as emissoras de TV locais mostraram imagens de diversos pontos do país onde os cidadãos começavam a definir o futuro político do país. Em alguns colégios era possível observar que já havia filas para votar.

Mais de dez mil candidatos de 42 partidos políticos se apresentam às eleições, mas somente 11 legendas participam dos pleitos nacional e nas províncias.

Para estas eleições, foram rodadas 53 milhões de cédulas, que pesam 450 toneladas, e estão disponíveis 120 mil frascos de tinta indelével, usadas para marcar os dedos do eleitores e impedir que possam votar mais de uma vez.

Na atual Assembleia Nacional, o governamental Congresso Nacional Africano (CNA) conta com 279 deputados (69,75%), enquanto a Aliança Democrática (DA, na sigla em inglês) tem 50 cadeiras (12,50%), o Partido Inkhata da Liberdade (IFP, em inglês) possui 28 (7%) e os demais da oposição somam 43.

Saem os campeões estaduais de 2009 .

O Flamengo conquistou o título da Taça Rio. O time venceu o Botafogo por 1 a 0.

O Internacional fez 8 a 1 no Caxias e é o bicampeão do campeonato Gaúcho.

Sport empata com o Náutico e garante o tetracampeonato Pernambucano.

O Corinthians fez 2 a 0 no São Paulo e vai decidir o título contra o Santos, que desbancou o Palmeiras.

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GRANDE PREMIO DA CHINA













Pole e vitória. O alemão Sebastian Vettel repetiu o brilho visto no GP da Itália-2008 e venceu neste domingo o GP da China de Fórmula 1, dando assim o primeiro triunfo na história da Red Bull. Vettel já havia traçado o mesmo enredo em Monza, quando era piloto da Toro Rosso no ano passado e, assim como na Itália, a prova em Xangai foi realizada o tempo todo debaixo d'agua.

Com 21 anos, o piloto nascido em Heppenheim festeja o seu segundo triunfo na categoria. Para a Red Bull, a festa foi ainda maior, pois o australiano Mark Webber terminou na segunda posição e a equipe celebrou não só a primeira vitória na F-1, como também a primeira dobradinha. "O que posso dizer? Estou extremamente feliz, pois é a minha segunda vitória de novo na chuva. Espero que chova mais", brincou durante a entrevista coletiva.
Vencedor dos dois GPs iniciais, o inglês Jenson Button foi o terceiro colocado, mas manteve com folga a liderança do Mundial. Ele chega a 21 pontos, seis a mais que Rubens Barrichello, que foi o quarto em Xangai.

A prova chinesa também marcou o fim da hegemonia da Brawn GP, que dominou as duas primeiras provas, ironicamente para uma equipe que não conta com o difusor traseiro com frestas, que facilita a maior passagem de ar e beneficiaria a Brawn GP. "Temos de trabalhar bem para não deixar a Red Bull ganhar. O GP do Bahrein será mais disputado", prometeu Barrichello.

Se a escuderia inglesa viu o domínio acabar em 2009, outro time celebrou a recuperação. A McLaren levou seus dois pilotos à zona de pontuação com o finlandês Heikki Kovalainen na quinta posição, logo à frente do inglês Lewis Hamilton.

Já a Ferrari segue em seu calvário. A equipe de Maranello ficou fora novamente dos pontos e amarga o seu pior início desde 1981, quando também ficou os três primeiros GPs sem pontos. Na China, Kimi Räikkönen foi o 10º colocado e Felipe Massa abandonou com problemas elétricos. Esta também é a primeira vez que o brasileiro fica três provas sem pontuar desde que chegou à Ferrari em 2006.

"Estou triste, mas vai passar. Foi uma pena, pois estava fazendo uma corrida espetacular", lamentou Massa, que também jamais havia iniciado uma temporada na F-1 sem pontuar nas três primeiras provas.

O brasileiro Nelsinho Piquet também deixará Xangai com poucas razões para lembrar da prova, pois foi 16º e último lugar entre os pilotos que completaram as 56 voltas. Os carros da Fórmula 1 voltam à pista já no próximo domingo, quando disputam o GP do Bahrein.
A corrida
A meteorologia previa grande possibilidade de chuva em Xangai e acertou. Com o tempo ruim e a pouca visibilidade na pista, o GP iniciou com o safety car na pista, mas a medida não evitou que Massa e Adrian Sutil rodassem. Nico Rosberg e Fernando Alonso aproveitaram para realizar suas paradas nos boxes, e o carro de segurança só deixou a pista na oitava volta.

Sem problemas, Vettel manteve a liderança e tinha ainda a "proteção" de Webber, que assumiu o segundo lugar com a parada de Alonso. No pelotão intermediário quem brilhava era Hamilton. O atual campeão superou Kimi Räikkönen e Jarno Trulli, assumiu o quinto lugar já na 11ª volta, mas em seguida ele rodou e perdeu cinco postos.

Massa e Buemi também vinham bem na pista. O brasileiro, que saiu em 12º, já era terceiro na 18ª volta, quando Robert Kubica acertou a traseira de Jarno Trulli e forçou a entrada novamente do safety car, devido aos detritos deixados pelo piloto da Toyota, que teve de abandonar o GP. Duas voltas depois, Massa viu ruir a boa prova, pois teve problemas elétricos e deixou cabisbaixo o carro.
Sem o brasileiro, o carro de segurança permaneceu até a 22ª volta e no retorno Hamilton foi outra vez o protagonista. Ele superou Räikkönen para assumir o quarto lugar, enquanto Vettel estava tranquilo na frente, seguido por Button. Sete voltas depois, o inglês da Brawn perdeu a segunda posição para Webber, recuperou na 32ª volta após um erro do australiano, mas foi superado de novo em seguida.

A partir daí, a Red Bull sobrou em Xangai. Vettel fez a segunda parada nos boxes na 37ª volta, mas voltou logo atrás de Button. Mesmo com um carro mais pesado, o alemão conseguiu facilmente a ultrapassagem na 41ª volta, duas voltas após Webber também realizar a última troca de pneus, para recuperar a liderança.

Após as paradas de Barrichello e Button, a Red Bull só precisou controlar a dobradinha nas voltas finais. Quem lamentou mesmo o término do GP foi a Force India. A equipe caminhava para somar seu primeiro ponto na Fórmula 1, mas um acidente de Adrian Sutil, que ocupava o sexto lugar, acabou com o sonho da equipe na 51ª volta.